Turismo É O “Modelo Económico Mais Viável No Mundo”

Em vésperas de terminar o ano, a Confederação do Turismo Português  considera que, em 2016, o “Turismo impôs-se definitivamente como actividade económica estratégica para o desenvolvimento socioeconómico do país”.

Francisco Calheiros, presidente da CTP, que falava no âmbito do 28º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, que acontece em Ponta Delgada, destacou que a importância do sector turístico tem-se reflectido no crescimento do PIB, que aumentou 1,6% no último trimestre, mas também na criação de postos de emprego.

Contudo, os resultados alcançados em 2016 não fazem ainda “esquecer os maus anos do Turismo e os efeitos devastadores que os mesmos tiveram na rentabilidade das nossas empresas”.

Francisco Calheiros destacou também que as medidas previstas no Orçamento de Estado para 2017 devem apostar “muito mais em critérios de racionalidade, do que em emoção ou ideologias partidárias”. Para o presidente da confederação que representa o sector privado do Turismo em Portugal, o OE2017 “promove um grande aumento dos impostos indirectos, com os quais não estando em total desacordo podem implicar uma retracção no consumo interno e obviamente aumentar os custos de contexto”; além de não prever um aumento de verbas na promoção, algo que acontece pelo terceiro ano consecutivo.

O presidente da CTP recorda que “o Turismo exporta serviços, e promove o aumento de receitas internas, (…), que possui dois vectores essenciais para qualquer economia: exportações e investimento”. Para o responsável, o Turismo “talvez seja hoje em dia, porventura, o modelo económico mais viável na Europa, mas também no Mundo, que se  sobrepõe a qualquer modelo, que qualquer Governo, possa e queira implementar para fomentar a economia, promover o crescimento e criar emprego no seu país”. Neste sentido, Francisco Calheiros salientou que “atrair investimento é essencial, fomentar as exportações é crucial”, relembrando que “a actual quebra do investimento não permite prever um crescimento desejado, o qual a par e passo de algumas medidas viradas para o aumento da carga fiscal por via dos impostos indirectos, podem criar na nossa economia efeitos que não são os pretendidos”.

*Em Ponta Delgada, a convite da AHP.

fonte: publituris

 

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